GA Garimpo do Arouche

Nossa história

Do carrinho na feira ao brechó da República

A trajetória do Garimpo do Arouche, contada de perto.

Como tudo começou

Rogério Rodrigues Pereira cresceu entre as ruas movimentadas do centro de São Paulo. Ainda jovem, ajudava a família vendendo peças de segunda mão em um carrinho na feira da Praça da República — foi ali que aprendeu a garimpar boas peças e a reconhecer o valor de dar uma segunda vida a cada objeto.

Depois de mais de uma década batalhando como camelô e trabalhando em lojas do bairro, Rogério guardou moeda por moeda até realizar um sonho antigo: ter um ponto próprio. Em 13 de novembro de 2023, abriu as portas de uma pequena loja na Rua do Arouche, 207.

O nome

"Garimpo" porque é isso que a gente faz: sai por aí caçando peças que merecem uma nova casa. "do Arouche" porque é essa rua, esse pedaço da República, que nos viu nascer e crescer.

O que começou com três araras e uma prateleira hoje é ponto de encontro de quem ama moda circular, vintage e um bom achado por preço justo.

"Cada peça aqui já teve uma história — e está pronta para começar outra." — Rogério Pereira, fundador

Linha do tempo

2023

O começo

Abertura oficial do Garimpo do Arouche, com um acervo montado a partir de doações e consignações de clientes do bairro.

2024

A comunidade cresce

A loja ganha clientes fiéis e vira referência em brechó na região. Chega o serviço de consignação: qualquer pessoa pode deixar peças para vender.

2025

Mais que roupas

O acervo se amplia para acessórios, calçados e outros artigos usados. Nascem parcerias com costureiras locais para reformar e revalorizar peças.

2026

Hoje

Milhares de peças já ganharam uma segunda vida. O Garimpo segue firme na missão de unir estilo, economia e consumo consciente no coração de São Paulo.

Nossos valores

🤝

Honestidade

Transparência em cada negociação, do preço à condição real da peça.

🌱

Sustentabilidade

Moda circular: dar nova vida a produtos usados reduz o desperdício.

💙

Comunidade

Cada cliente é tratado como vizinho. Aqui todo mundo tem nome.